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João Pedro Barreto é o novo codiretor do MIT Portugal

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João Pedro Barreto, professor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e investigador do Instituto de Sistemas e Robótica, é o novo codiretor do Programa MIT Portugal, uma parceria estratégica internacional que junta universidades, centros de investigação, empresas, associações e o Governo português ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), dos EUA.

O docente da FCTUC (Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores) vai partilhar o cargo, nos próximos cinco anos, com Alexandre Ferreira da Silva, da Universidade do Minho (UMinho). Neste mandato, o Programa MIT – a celebrar duas décadas e iniciar a sua 4.ª fase – pretende continuar a deixar uma marca profunda na formação, investigação e inovação nacionais, apostando nas áreas de Chips/Nanotecnologia, Espaço, Inteligência Artificial e Energia.

Nesta etapa, o programa – que, desde o seu lançamento, já resultou em dezenas de novas empresas e patentes e em algumas centenas de diplomados – pretende focar-se em quatro grandes objetivos: reforçar a capacidade de inovação e competitividade do país, promover ciência de ponta alinhada com as prioridades nacionais e europeias, formar uma nova geração de líderes científicos e empreendedores, e transformar inovação em tecnologias avançadas em soluções de mercado globais.

Os novos codiretores do MIT Portugal – que sucedem no cargo a Pedro Arezes (recentemente eleito Reitor da UMinho) – querem dar continuidade ao legado da iniciativa, que tem impulsionado o sistema científico e tecnológico nacional e sido um motor de criação de valor para a economia.

Em nota enviada á Beira Digital TV, João Pedro Barreto destaca a importância da missão do MIT Portugal. “Sei, por experiência, que este tipo de programas pode ser profundamente transformador e ajudar-nos a revelar o melhor de nós, sejamos estudantes, cientistas, empreendedores ou empresários; no fim, é essa melhor versão que nos permitirá contribuir para um país mais próspero e justo”, afirma o docente da FCTUC, que fundou uma start-up tecnológica de base universitária (Perceive3D), na sequência de uma iniciativa de empreendedorismo do MIT Portugal.

“O MIT Portugal tem tido um grande impacto nos jovens que, como eu, prosseguiram estudos de pós-graduação nesta parceria internacional e que hoje ocupam posições de destaque nas suas carreiras profissionais. O Programa também teve um impacto significativo no corpo docente e nos investigadores portugueses, ao promover e estimular projetos colaborativos dos dois lados do Atlântico”, sublinha Alexandre Ferreira da Silva.

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