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Henrique Cabral assume a Presidência do Conselho Nacional da Pós-Graduação

O neurocirurgião Henrique Cabral, secretário do Conselho Regional do Centro da Ordem dos Médicos, foi nomeado Presidente do Conselho Nacional da Pós-Graduação (CNPG) para o quadriénio 2025-2029, órgão de âmbito nacional responsável pela emissão de pareceres no domínio dos internatos médicos, designadamente sobre pedidos de equivalência apresentados pelos internos, nos termos da legislação em vigor.

O CNPG é composto por 10 médicos especialistas de reconhecida experiência e desempenha um papel central na garantia da qualidade da formação médica pós-graduada em Portugal, pronunciando-se igualmente sobre matérias relacionadas com a autonomia médica e a formação específica.

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Henrique Cabral exerce funções como neurocirurgião na Unidade Local de Saúde de Coimbra, integra a Direção do Internato Médico dessa instituição, é conselheiro no Conselho Nacional do Internato Médico, membro do cessante CNPG, secretário do Conselho Regional do Centro da Ordem dos Médicos e membro do Conselho Nacional da Ordem dos Médicos. Concluiu recentemente o Mestrado em Gestão e Economia da Saúde na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

Segundo nota enviada à Beira Digital TV, para o recém-nomeado presidente do Conselho Nacional da Pós-Graduação para o quadriénio 2025-2029, este cargo representa “a continuidade de um trabalho técnico que importa consolidar e aprofundar”, sublinhando que “este mandato será marcado por uma articulação próxima com todos os colégios de especialidade, de subespecialidade e de competência, com o objetivo de otimizar processos e aumentar a eficiência na resposta às solicitações”.

O neurocirurgião acrescenta ainda que “a valorização e diferenciação da formação médica portuguesa, amplamente reconhecida a nível nacional e internacional, bem como a integração responsável de novas tecnologias, incluindo a inteligência artificial, devem ser asseguradas com pleno respeito pelos princípios éticos e deontológicos da profissão médica”.

Recorde-se que compete ainda ao Conselho Nacional da Pós-Graduação pronunciar-se sobre matérias relacionadas com a autonomia médica e a formação específica, desempenhando um papel central na garantia da qualidade da formação médica pós-graduada em Portugal.

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