O Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, reuniu-se com as associações setoriais que representam mais de 90% das exportações portuguesas para os Estados Unidos, com o objetivo de discutir o impacto da política aduaneira norte-americana e o recente acordo sobre tarifas celebrado entre os EUA e a União Europeia.
De acordo com o comunicado oficial do Ministério da Economia e da Coesão Territorial, datado de 7 de agosto de 2025, participaram nas reuniões cerca de 30 associações representativas de setores como o automóvel, elétrico e eletrónico, cerâmica, mármores e granitos, cortiça, farmacêutica, bioindústria, metalomecânica, fileira florestal, químicos e plásticos, e têxtil, vestuário e calçado. Também estiveram presentes os presidentes do IAPMEI, da AICEP e do Banco Português de Fomento (BPF), assim como a diretora-geral da Direção-Geral da Economia.
“Estas reuniões são importantes para auscultar os principais setores exportadores nacionais e avaliar como estão a absorver as medidas que foram desenhadas para responder ao impacto das tarifas sobre os produtos portugueses. Do que ouvimos, é possível dizer que os empresários validam as medidas do Governo para mitigar esses efeitos”, afirmou o Ministro Castro Almeida, citado no comunicado.
O Governo está atualmente a executar as medidas previstas no Programa Reforçar | Competitividade, Exportação e Internacionalização, aprovado em abril, e que integra um conjunto de apoios destinados a atenuar os efeitos negativos das tarifas e a impulsionar a capitalização e internacionalização das empresas.
Castro Almeida sublinhou ainda que várias medidas já estão em curso e que algumas foram mesmo antecipadas, como é o caso da abertura, a 31 de julho, do calendário de avisos para ações coletivas de internacionalização. “Estamos a ajudar as empresas a diversificarem os mercados para os quais exportam”, destacou.
No âmbito das linhas BPF INVESTEU, o Governo recebeu 14 mil candidaturas, totalizando 3,2 mil milhões de euros, dos quais 2,5 mil milhões já foram aprovados e 1,6 mil milhões pagos. Já a linha BPF INVEST EXPORT PT, direcionada às PME exportadoras, conta com 2.600 candidaturas no valor global de 1.300 milhões de euros, sendo que 600 milhões já obtiveram aprovação.
Além disso, foi lançada uma linha de subvenções não reembolsáveis, no âmbito do Programa de Incentivos PT2030, destinada a projetos conjuntos de internacionalização com enfoque numa abordagem colaborativa aos mercados externos.
O próximo passo será o reforço dos seguros de crédito à exportação, uma medida considerada crucial para garantir a confiança e segurança das empresas exportadoras nos mercados internacionais.
O Ministério da Economia assegura que continuará a acompanhar de perto os desenvolvimentos do acordo entre os Estados Unidos e a União Europeia, mantendo um diálogo permanente com os empresários e as suas associações, ajustando as medidas às necessidades concretas das empresas. A AICEP terá um papel central neste processo, tanto na recolha de informação como na articulação com os instrumentos de apoio nacionais e europeus.
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