Num contexto de aumento do custo de vida associado ao conflito no Médio Oriente, o Governo está a analisar novas medidas de apoio, mas não prevê, para já, avançar com novos cortes no IRS. Em aberto mantém-se a possibilidade de um eventual bónus para as pensões.
Segundo o Jornal de Negócios, está em cima da mesa a hipótese de reduzir o Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP), numa altura em que os preços dos combustíveis têm vindo a subir. Ainda assim, o executivo considera prematuro anunciar medidas concretas.
O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, afirmou que as decisões estão a ser avaliadas “semana a semana”, tendo em conta a evolução da situação internacional, da economia e do custo de vida. O governante garantiu que haverá uma resposta “a breve trecho”.
A oposição e várias entidades, como a CAP e a APED, têm pressionado o Governo a adotar medidas mais rápidas, alertando para o risco de perda de competitividade face a Espanha. O executivo tem sido criticado por alegada falta de resposta imediata.
Apesar do excedente orçamental registado em 2025, o Governo sublinha que esse resultado não se traduz automaticamente em margem para 2026, devido a novos encargos, incluindo despesas com a Defesa e impactos económicos das recentes crises, garantindo ainda assim apoio às famílias e à economia.
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