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Fenprof alerta que ano letivo arranca com falta de professores e horários por preencher

Em nota enviada à Beira Digital TV,

A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) alertou para os problemas que marcam o início do ano letivo 2025/2026, apesar da publicação atempada das listas definitivas de colocação de docentes da Mobilidade Interna e da Contratação Inicial.

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Segundo os dados divulgados pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), foram colocados 18.899 professores. Contudo, ficaram por preencher 3.152 horários, o que antecipa um arranque com falta de docentes.

A FENPROF destaca ainda que, apesar de 6.173 vinculações no concurso nacional, muitos professores continuam no desemprego — cerca de 16.816, a maioria com mais de 10 anos de serviço e uma média de idades superior a 40 anos. O envelhecimento da classe docente é agravado pela entrada reduzida de novos professores e pelas 2.054 aposentações registadas em 2025.

Outro dado preocupante é a redução de candidatos nas reservas de recrutamento, menos 13,2% face ao ano anterior. Em vários grupos de docência as quebras são significativas, como no 1.º Ciclo do Ensino Básico (menos 27,7%), Português e Inglês (menos 42,3%) ou Matemática e Ciências da Natureza (menos 28,8%).

A federação denuncia ainda erros na Mobilidade Interna, envolvendo docentes que foram colocados em escolas de zonas a que já não pertencem, em violação das regras dos concursos. “Estas situações criam grande instabilidade e angústia para os docentes e suas famílias”, refere a FENPROF, sublinhando que a situação poderá demorar a ser corrigida.

A organização conclui que o ano letivo arranca “com menos professores, mais horários por preencher, erros nos concursos e uma reforma que, em vez de resolver, fragiliza a Escola Pública”.

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