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Exposição «Dispersos: Fragmentos de Memória» prolongada até janeiro

A exposição «Dispersos: Fragmentos de Memória» exibida no Mosteiro de Santa Maria de Seiça desde 1 de agosto e prevista encerrar ao público a 26 de outubro, uma parceria do Museu Nacional Machado de Castro com o Município da Figueira da Foz (Divisão de Monumentos Históricos), irá manter-se patente até dia 25 de janeiro. 

«Dispersos: Fragmentos de Memória» reúne 40 obras em reserva da coleção de escultura pétrea do MNMC, verdadeiros despojos de patrimónios esquecidos, oriundos de antigas igrejas e conventos, vendidos, transformados e espoliados, exemplarmente recuperadas e que estão disponíveis para fruição do público de quarta-feira a domingo, das 14h00 às 18h00.

O Mosteiro de Santa Maria de Seiça, classificado como Monumento Nacional, encontra-se aberto desde janeiro de 2024 e, para além de espaço expositivo tem vindo a celebrar o património imaterial em plena harmonia com a paisagem, através do ciclo «Notas ao Entardecer» e, mais recentemente, da Residência Artística «Ecos de Seiça – Memória, Corpo e Território», da qual resultou uma exposição homónima que revela ao público o fruto de uma semana de imersão, criação e diálogo entre cinco talentosos artistas (Bruno Marques, Filipe Rodrigues, Júlio Cunha, MJ Cunha e Susana Bravo) e o edifício histórico. 

Através desta exposição, também ela patente no Mosteiro até 25 de janeiro, e da pintura, escultura, fotografia e vídeo, o passado dialoga com o presente e a memória ganha corpo.

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