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Especialistas discutem terapêuticas de precisão para doenças do miocárdio

Médico @Parentingupstream

A genética é uma componente cada vez mais estudada no âmbito das doenças cardíacas. Condições como a miocardiopatia hipertrófica, doença hereditária que se estima afetar 1 em cada 500 pessoas na Europa, são diagnosticadas frequentemente em jovens e responsáveis por queixas de insuficiência cardíaca ao longo da vida e morte súbita.

Esta é considerada uma das áreas mais diferenciadas e desafiantes da cardiologia, motivo pelo qual a reunião anual do Grupo de Estudo de Doenças do Miocárdio e do Pericárdio da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) tem tido um número crescente de inscrições, sendo esperados cerca de 250 especialistas de todo o país nos dias 6 e 7 de março na Figueira da Foz.

Serão apresentadas e debatidas as principais novidades científicas nesta área, metodologias de diagnóstico e novas terapêuticas de precisão que já existem no Serviço Nacional de Saúde em Portugal, outras que estão disponíveis noutros países Europeus, bem como terapêuticas ainda em investigação, visando melhorar a sobrevida e a qualidade de vida destes doentes.

Esta reunião, que se realiza no Hotel Eurostars Oasis Plaza, cumpre também o objetivo do Grupo de Estudo de formar mais cardiologistas vocacionados para estas doenças. Antes da reunião, nos dias 4 e 5 de março, está prevista a realização de três cursos, em colaboração com o Grupo de Estudo de Genética e Biologia Celular da SPC (Descodificar a Genética das Miocardiopatias), o Grupo de Estudo de Fisiopatologia de Esforço e Reabilitação Cardíaca da SPC (Miocardio-PT: O esforço nas Miocardiopatias) e a APAPE – Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Eletrofisiologia (Ao ritmo das miocardiopatias).

O Grupo de Estudo das Doenças do Miocárdio e Pericárdio da SPC está comprometido em promover o melhor diagnóstico e tratamento aos doentes que sofrem destas patologias em Portugal.

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