A DECO PROteste defende um maior controlo sobre os preços dos bens alimentares, alertando para o impacto crescente no orçamento das famílias, num contexto marcado pelo conflito no Médio Oriente.
De acordo com a associação, o custo do cabaz alimentar voltou a aumentar pela sétima semana consecutiva, ultrapassando agora os 260 euros. Trata-se do valor mais elevado registado nos últimos quatro anos, representando também um acréscimo de cerca de 1,50 euros face à semana anterior.
Entre os produtos que mais contribuíram para esta subida estão os cereais, o café torrado moído e os douradinhos de peixe, que têm registado aumentos mais expressivos.
Perante este cenário, a organização considera essencial reforçar a fiscalização dos preços, de forma a atenuar os efeitos destas variações no dia a dia dos consumidores.
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