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Contribuições de estrangeiros para a Segurança Social cresceram de forma acentuada na última década

As contribuições de cidadãos estrangeiros para a Segurança Social registaram um aumento expressivo nos últimos dez anos, ultrapassando atualmente os quatro mil milhões de euros. Os dados constam de um relatório do Observatório das Migrações que analisa o impacto financeiro destes contribuintes no sistema entre 2015 e 2025.

Segundo o estudo, o valor das contribuições atingiu cerca de 4,15 mil milhões de euros, um crescimento significativo face aos 481 milhões registados em 2015. Foi nesse ano que a Segurança Social passou a distinguir cidadãos estrangeiros de nacionais nas suas bases de dados.

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O relatório, intitulado “Contributo financeiro das pessoas de nacionalidade estrangeira para o equilíbrio financeiro corrente da Segurança Social portuguesa: evidência administrativa para o período 2015–2025”, evidencia também um aumento expressivo do número de contribuintes estrangeiros. Em 2015 havia pouco mais de 204 mil pessoas a descontar para o sistema, número que subiu para 1.115.541 em 2025.

No último ano analisado, estes contribuintes representaram cerca de 14% do total das contribuições pagas à Segurança Social.

Apesar do aumento das prestações pagas a cidadãos estrangeiros, o saldo mantém-se amplamente positivo. Em 2025, os apoios atribuídos a esta população totalizaram 822,02 milhões de euros, o que corresponde a um saldo líquido positivo de aproximadamente 3.326,94 milhões de euros para o sistema.

Ao longo da última década, o número de estrangeiros inscritos na Segurança Social aumentou 447%. No mesmo período, o valor das contribuições cresceu 763%, o que, segundo o relatório, demonstra não apenas o aumento do número de trabalhadores estrangeiros, mas também um reforço da intensidade contributiva média.

O estudo refere ainda que a maioria dos novos contribuintes estrangeiros se encontra na faixa etária entre os 20 e os 39 anos, o que significa que eventuais encargos associados a pensões ou outras prestações deverão surgir apenas a longo prazo.

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