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Coimbra recomenda A8/A17/A25 como alternativa ao corte da A1

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A Câmara Municipal de Coimbra recomenda a utilização do corredor A8/A17/A25 como principal alternativa ao corte total da A1 entre Coimbra Norte e Coimbra Sul, determinado após a rutura de um dique do rio Mondego, nos Casais, que provocou o abatimento da via ao quilómetro 191. Embora o IC2 possa ser usado como solução intermédia, a autarquia desaconselha a sua utilização como eixo estruturante de atravessamento nacional, sobretudo nas horas de ponta, apelando ainda ao uso de sistemas GPS atualizados.

Para o tráfego de atravessamento nacional, quem circula de sul de Pombal para norte de Aveiro deve sair em Pombal para o IC8, seguir pela A17 até Aveiro e retomar a A1 através da A25, no nó de Aveiro Norte, realizando o percurso inverso no sentido contrário. O tráfego proveniente da A13 ou do IC8 (Castelo Branco) deve igualmente privilegiar o IC8 em direção a Pombal e aceder à A17 no nó do Louriçal, evitando a aproximação à área urbana de Coimbra.

Já quem circula a sul do concelho de Penela deve evitar a transferência da A13 para Coimbra, quer via Ceira quer pela A13-1 em Almalaguês, prevenindo constrangimentos no atravessamento urbano. No caso do trânsito proveniente da A25 com destino a sul de Pombal, a recomendação é manter-se na A25 até Aveiro, seguir pela A17 até ao Louriçal e aceder à A1 através do IC8, evitando o IP3 em direção a Coimbra.

O abatimento da plataforma ocorreu na noite de 11 de fevereiro, junto ao viaduto C do Mondego, sem risco para os utilizadores, uma vez que o sublanço entre os quilómetros 198 e 189 tinha sido encerrado preventivamente. Segundo a Brisa Concessão Rodoviária, a rutura resultou do rebentamento do dique e da escavação do aterro de suporte da via, associada a um caudal superior a 2.100 m3/s, estando no terreno mais de 30 operacionais.

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, afirmou que a reposição da circulação poderá demorar “várias semanas”, dependente da descida do nível do rio. O governante classificou a situação como “absolutamente anormal”, admitindo que não está excluída a possibilidade de alastramento da fissura ao outro sentido da via, enquanto decorrem reforços provisórios com enrocamento.

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