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Coimbra evacua novas localidades por precaução face ao risco de cheias

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A Câmara Municipal de Coimbra decidiu avançar com a evacuação preventiva de novas localidades devido ao agravamento do risco de cheias. Entre as zonas abrangidas estão São Martinho de Árvore, Quimbres e São João do Campo.

O ponto de encontro definido para acolher os residentes deslocados é a Escola Básica 2/3 de São Silvestre, preparada para receber a população.

Esta decisão surge depois de já terem sido evacuadas sete localidades do concelho. Em São Martinho do Bispo, o ponto de encontro foi a EB 2/3 Inês de Castro, enquanto os moradores da Conraria e Cabouco foram encaminhados para a Casa do Povo de Ceira. Já as populações de Ribeira de Frades, Taveiro, Ameal e Arzila concentraram-se na EB 2/3 de Taveiro.

Esta decisão deve-se à rutura do dique e aumento do caudal do rio Mondego.

De acordo com a presidente de Câmara de Coimbra, no sábado existirá uma nova avaliação da situação. “Até sábado de manhã manteremos todas as medidas de proteção e salvaguarda de pessoas. Pedimo-vos paciência. Temos esperança de que no sábado vos possamos dar boas notícias, mas não podemos facilitar”, sublinhou a autarca.

Durante uma conferência de imprensa realizada na Proteção Civil de Coimbra, foi destacado que a situação se mantém preocupante, após a rutura de um dique na margem direita do rio Mondego, na zona dos Casais, junto ao viaduto da A1. As autoridades admitem a possibilidade de novas falhas, sobretudo nas áreas mais expostas às cheias.

O primeiro-ministro alertou que “todos os cidadãos devem respeitar as instruções dos elementos das autoridades, nomeadamente se lhes for pedido que abandonem as suas habitações”, sublinhando também que “temos ainda pela frente horas de precipitação intensa”.

Luís Montenegro acrescentou que na quinta-feira poderá verificar-se algum desagravamento da chuva, mas frisou que isso “não vai diminuir a necessidade de vigilância”, já que está prevista nova precipitação forte entre quinta e sexta-feira, que poderá voltar a afetar os diques do Mondego. O governante destacou ainda que “todo o dispositivo que o Estado tem está no terreno”.

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