A Câmara Municipal (CM) de Coimbra assinala o Dia Mundial do Ambiente com um conjunto de visitas abertas ao público a várias infraestruturas ambientais de referência. A iniciativa decorre nos dias 5 e 7 de junho, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a Águas do Centro Litoral, a ERSUC, a Águas de Coimbra e a Universidade de Coimbra.
O programa — que se apresenta como um “Dia Aberto de Ambiente” — inclui seis visitas acompanhadas por especialistas, dirigidas tanto ao público em geral como às escolas. Os grupos são limitados a 30 participantes e cada visita terá uma duração máxima de 90 minutos. O objetivo é dar a conhecer boas práticas na gestão da água, resíduos e património natural, promovendo a sensibilização ambiental junto da comunidade.
No dia 5 de junho, estão agendadas visitas à Mata Nacional do Choupal, entre as 10h00 e as 11h00, à Estação de Tratamento de Águas da Quinta da Boavista, entre as 11h30 e as 12h30, ao Centro Olímpico de Piscinas Municipais de Coimbra, das 14h30 às 15h30, às instalações da Águas de Coimbra, das 16h00 às 17h00, e ao Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, entre as 17h30 e as 18h30.
Já no dia 7 de junho, a visita será ao Centro Integrado de Tratamento e Valorização de Resíduos Urbanos de Coimbra, entre as 10h30 e as 11h30.
A Mata Nacional do Choupal é um dos espaços naturais mais visitados da cidade, com um relevante valor ecológico. Para além do seu património natural de excelência, continua a desempenhar funções cruciais no controlo de cheias e na regulação ambiental.
Já a Estação de Tratamento de Águas da Quinta da Boavista, inaugurada em 2010, é uma infraestrutura estratégica no abastecimento de água, servindo as populações de Coimbra, Miranda do Corvo, Mealhada, Penela, Lousã e Condeixa-a-Nova. Tem uma capacidade de tratamento de 129.600 m3/dia e um caudal anual tratado de 20 milhões de m3/ano, com um investimento superior a 50 milhões de euros. A água captada e tratada nesta estação é distribuída por 23 reservatórios e 43 pontos de entrega, garantindo qualidade e quantidade no abastecimento.
A terceira visita é ao Centro Olímpico de Piscinas Municipais de Coimbra, inaugurado em 2005. O complexo da piscina olímpica e o Pavilhão Multidesportos Mário Mexia são estruturas que representaram um investimento global de 25 milhões de euros. A visita às áreas técnicas deste complexo desportivo vai dar a conhecer a complexidade do funcionamento e manutenção destes equipamentos desportivos e as iniciativas desenvolvidas no âmbito do projeto Goll- Green Olympic Living Lab Sport & Environment Change, que permitem racionalizar e reduzir a utilização de recursos naturais, fazendo da infraestrutura olímpica uma referência europeia de sustentabilidade.
Nas instalações da Águas de Coimbra vai ser possível conhecer o sistema de gestão centralizada e automatizada que tem vindo a ser desenvolvido, assente numa rede de contadores inteligentes e com recurso à telemetria. Esta tecnologia permite leituras reais de consumo e contribui para a redução das perdas de água, promovendo uma gestão eficiente e sustentável. A qualidade do serviço prestado pela Águas de Coimbra tem sido regularmente reconhecida pela entidade reguladora com a atribuição do “Selo da Qualidade Exemplar de Água para Consumo Humano”.
A última visita do dia 5 é ao Jardim Botânico de Coimbra. Possui uma importante coleção de espécies de todo o mundo, constituindo-se como um dos mais importantes jardins botânicos à escala global. Os seus cerca de 13,5 hectares ocupam o núcleo histórico fundamental da cidade, elevando os padrões de biodiversidade no coração de Coimbra. Este espaço conta-nos histórias naturais desde o século XVIII, época em que foi fundado, tornando-se um ícone da reforma pombalina da Universidade de Coimbra.
A visita de 7 de junho, ao Centro Integrado de Tratamento e Valorização de Resíduos Urbanos de Coimbra, dará a conhecer uma unidade com múltiplas valências: triagem de materiais recicláveis, valorização energética, produção de combustíveis derivados de resíduos, tratamento mecânico e biológico e deposição em aterro. Destaca-se a nova linha de tratamento mecânico e biológico, recentemente concluída, que assegura o tratamento dos biorresíduos recolhidos no concelho, transformando-os em composto com aplicação agrícola.
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