O preço do cabaz alimentar composto por 63 produtos essenciais registou um aumento de 2,61 euros na última semana, o que representa uma subida de 1,09%. Desde o início do ano, o custo do mesmo cabaz subiu 5,23 euros (2,21%), de acordo com os dados divulgados pela DECO PROteste.
A análise semanal realizada pela organização de defesa do consumidor revela que, face ao mesmo período de 2024, o preço do cabaz aumentou 3,42 euros (1,44%).
De acordo com a análise da DECO PROteste, na última semana, os maiores aumentos foram registados no azeite virgem extra e carapau (16%), seguido do atum posta em óleo vegetal e a cebola (11%).
Entre os produtos que registaram as maiores subidas no último ano destacam-se a dourada, o bacalhau graúdo e o peixe-espada-preto. Desde o início de 2025, o carapau (21%) e o salmão (20%) lideram as subidas de preço.
Se comparar com os valores registados em fevereiro de 2022, aquando do início da guerra na Ucrânia, a diferença é ainda mais significativa: uma subida de 57,77 euros, o que representa um aumento de 31,46%.
O cabaz analisado pela DECO PROteste inclui carne, peixe, congelados, frutas, legumes, laticínios e mercearia, abrangendo produtos como peru, frango, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga, entre outros.
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