A Autoridade Marítima Nacional (AMN), em articulação com a Marinha Portuguesa, está a monitorizar desde 21 de setembro o veleiro TS Shtandart, com bandeira das Ilhas Cook. A réplica histórica, construída em 1999 em São Petersburgo, está proibida de aceder a portos nacionais ao abrigo do Regulamento (UE) 2022/576, que impõe restrições a navios associados à Rússia.
Os pedidos de entrada apresentados pelo comandante do navio, nomeadamente nos portos do Douro e de Cascais, foram recusados pelas autoridades portuguesas. A AMN confirmou que o navio não apresenta problemas técnicos nem situações de saúde a bordo, transportando 22 tripulantes de várias nacionalidades.
No âmbito da vigilância, a Polícia Marítima de Lagos intercetou no dia 24 uma embarcação semirrígida, a 3,4 milhas da costa, com cinco pessoas e diverso material, que alegadamente se dirigiam ao veleiro. Sem condições de segurança, a embarcação foi encaminhada para o porto da Baleeira, em Sagres, onde foi inspecionada e retida temporariamente.
Após confirmação da legalidade dos ocupantes e garantidas as condições de navegação, a semirrígida regressou ao veleiro, escoltada por meios da Polícia Marítima. O Shtandart mantém-se ao largo, fora do mar territorial, sob vigilância permanente das autoridades portuguesas.
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