Ricardo Fernandes, de 44 anos, despediu-se da vida na Suíça através de morte medicamente assistida, país onde este procedimento é legal. O português ficou tetraplégico há 16 anos na sequência de um acidente rodoviário, após ter adormecido ao volante.
Ao longo dos anos, Ricardo Fernandes reconstruiu a sua vida, tornando-se empresário e formando família, sendo pai de dois filhos. Apesar da adaptação e do percurso de superação, assumiu publicamente que a perda de liberdade foi determinante na sua decisão.
Nas redes sociais, deixou uma última mensagem de despedida com a expressão “até já”, depois de ter partilhado momentos com familiares e amigos. A publicação gerou forte emoção entre os seus seguidores e conhecidos.
O amigo e alfaiate Paulo Battista confirmou a despedida, deixando uma mensagem de homenagem e respeito pela decisão tomada, sublinhando a ligação pessoal entre ambos.
Em vida, Ricardo Fernandes tornou-se uma das vozes mais ativas em Portugal no debate sobre a morte medicamente assistida, defendendo-a como uma questão de liberdade individual. Em várias entrevistas, criticou a falta de avanços legislativos no país e abordou o tema de forma aberta e emotiva.
O caso foi acompanhado pela associação suíça Dignitas, conhecida por apoiar a morte assistida em situações legalmente enquadradas. A sua história volta agora a relançar o debate sobre a eutanásia e o direito à autodeterminação em situações de sofrimento irreversível.
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