A Infraestruturas de Portugal (IP) contabiliza 26 estradas encerradas em todo o país na sequência das tempestades que afetaram o território entre o final de janeiro e meados de fevereiro, com impacto também na região Centro.
De acordo com a empresa pública, foram registados mais de 300 cortes totais em troços da rede rodoviária sob sua gestão, estando atualmente resolvidos cerca de 92% dos casos. Ainda assim, permanecem condicionamentos que afetam a circulação, incluindo algumas vias localizadas em distritos do Centro.
Na região Centro, destacam-se cortes no distrito de Coimbra, nomeadamente na ER2, em Penacova, na EN347 e no antigo IC3, em Penela, na ER110, em Coimbra, e na EN342, em Arganil. Há também registo de constrangimentos noutras zonas próximas, como na EN336, em Anadia, e na EN232, em Manteigas.
Segundo o presidente da IP, Miguel Cruz, a maioria das intervenções necessárias para repor a normal circulação poderá demorar pelo menos seis meses, devido à complexidade dos trabalhos e à dimensão dos danos provocados.
Os principais problemas identificados estão relacionados com a instabilidade das plataformas rodoviárias e deslizamentos de taludes. As obras incluem intervenções de estabilização de terrenos, contenção de encostas, melhoria dos sistemas de drenagem e, em alguns casos, reconstrução parcial ou total das infraestruturas afetadas.
Miguel Cruz alertou ainda para dificuldades ao nível da elaboração de projetos, admitindo que a capacidade de resposta dos projetistas está a ser pressionada pelo elevado número de intervenções em curso. Apesar disso, não foram ainda identificados constrangimentos significativos ao nível dos empreiteiros.
Após a passagem das tempestades, a IP realizou cerca de 1.300 inspeções extraordinárias a pontes e outras estruturas, não tendo sido detetados problemas estruturais relevantes até ao momento. Algumas verificações continuam pendentes, nomeadamente trabalhos subaquáticos.
O responsável sublinhou também que fenómenos meteorológicos extremos tendem a tornar-se mais frequentes e intensos, defendendo a necessidade de acelerar as intervenções para garantir maior resiliência da rede rodoviária face a futuros episódios semelhantes.
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