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Campanha “Cinto-me Vivo” arranca hoje para promover segurança rodoviária

GNR

Arranca hoje, dia 1 de abril, a campanha de segurança rodoviária “Cinto-me Vivo”, promovida pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), pela Guarda Nacional Republicana (GNR) e pela Polícia de Segurança Pública (PSP).

Esta iniciativa, que decorre até 7 de abril, está inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2025 e tem como objetivo alertar condutores e passageiros para a correta utilização dos dispositivos de segurança.

Os estudos demonstram que, numa colisão frontal a 50 km/h, um condutor de 70 kg sem cinto de segurança sofre um impacto equivalente a uma queda livre de um terceiro andar. Por outro lado, a utilização do capacete reduz em 40% o risco de morte em caso de acidente, enquanto o uso adequado de cadeirinhas homologadas pode reduzir em 60% o risco de lesões graves em crianças e até 90% quando combinadas com cinto de segurança em crianças até aos quatro anos.

A campanha “Cinto-me Vivo” inclui:

  • Ações de sensibilização promovidas pela ANSR em Portugal continental e pelos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira;
  • Operações de fiscalização da GNR e da PSP, com especial incidência em vias de elevado fluxo rodoviário e locais com maior sinistralidade grave.

A ANSR, a GNR e a PSP reforçam a importância da adoção de comportamentos seguros na estrada e deixam algumas recomendações fundamentais:

  • Utilizar sempre cadeirinhas homologadas, devidamente instaladas e adaptadas à altura e peso da criança;
  • Usar sempre o cinto de segurança em todos os lugares do veículo, independentemente da distância percorrida;
  • Utilizar capacetes aprovados, devidamente ajustados e apertados.

Esta é a quarta de 11 campanhas de sensibilização e fiscalização previstas para este ano no âmbito do PNF de 2025. Ao longo do ano, serão realizadas mais sete campanhas, focadas em temas como velocidade, álcool, dispositivos de segurança, telemóveis e veículos de duas rodas a motor.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade, e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros e do cumprimento das regras de trânsito.

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