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Projeto “Aldeias Vivas” leva atividades e convívio às aldeias mais isoladas de Miranda do Corvo

protocolo Miranda do Corvo @BDTV

A Câmara Municipal de Miranda do Corvo assinou, esta terça-feira, um protocolo com 17 associações do concelho, dando assim início ao projeto “Aldeias Vivas”. Trata-se de uma iniciativa que pretende combater o isolamento e promover o convívio nas zonas mais afastadas da vila.

Em declarações à Beira Digital TV, o presidente da Câmara Municipal, José Miguel Ferreira, destacou a importância do momento: “Estamos num dia muito feliz onde estamos a assinar, com 17 coletividades no nosso concelho, o protocolo que dá lugar ao projeto Aldeias Vivas.”

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O projeto resulta de uma parceria entre o município e as associações locais, tendo como principal objetivo criar mais oportunidades de ocupação e convívio, sobretudo para a população residente em zonas mais isoladas. “O projeto procura oferecer às pessoas do nosso território, em especial às que vivem em lugares mais longe do centro da vila, ocupação e oportunidades de convívio entre elas e intergeracional”, explicou.

Na prática, a iniciativa prevê a realização de atividades duas vezes por mês nas sedes das associações, com o apoio de recursos humanos disponibilizados pela autarquia. As ações incluem propostas culturais, workshops, atividades de bem-estar e exercício físico. Paralelamente, as associações comprometem-se a abrir as suas portas pelo menos uma vez por mês, ao fim de semana, para momentos de convívio.

“Garantimos em alguns lugares do nosso concelho, onde até ao momento não havia nenhuma atividade durante o mês, a existência de três atividades para estas pessoas”, sublinhou o autarca.

As atividades poderão ser gratuitas ou ter um custo simbólico, ficando essa decisão ao critério de cada associação. Ainda assim, o município assegura gratuitamente os técnicos necessários para a dinamização das iniciativas.

Em paralelo, foi também lançado o programa “Laços”, a decorrer na Biblioteca Municipal, dirigido sobretudo à população sénior residente no centro da vila. “É um programa complementar ao Aldeias Vivas, com atividades ocupacionais todos os dias, entre as 15h00 e as 17h00, realizadas de forma totalmente gratuita”, explicou José Miguel Ferreira.

O projeto arranca com 17 associações em 2026, mas o município prevê a sua expansão. No final do ano será aberto um novo período de candidaturas, permitindo a entrada de novas entidades.

O presidente da Câmara sublinhou ainda o impacto social da iniciativa: “O isolamento é uma temática muito problemática. Temos um concelho com uma população envelhecida, especialmente nos lugares mais remotos. Com esta iniciativa, procuramos entregar a estas pessoas um pouco de felicidade e uma melhor qualidade de vida.”

O projeto pretende ainda promover o convívio entre diferentes gerações e integrar novos residentes no concelho, incluindo cidadãos estrangeiros que têm escolhido o território para viver.

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