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Região Coimbra solidária com municípios afetados pela depressão Kristin e pede apoio urgente ao Governo

A Região Metropolitana de Coimbra (RMC) expressou a sua total solidariedade para com os municípios e populações afetadas pela depressão Kristin, que está a atingir grande parte do território nacional, manifestando igualmente o seu profundo pesar pelas vítimas mortais e endereçando condolências às famílias enlutadas.

A RMC refere que tem acompanhado a evolução da situação através da presença em regime de permanência no Centro de Coordenação Operacional Sub-regional e do empenho das equipas de sapadores florestais. Desde o início da noite de ontem, todos os Serviços Municipais de Proteção Civil da Região Metropolitana de Coimbra encontram-se coordenados para responder às situações mais urgentes, contando ainda com o apoio de grupos de reforço provenientes de outros distritos da Região Centro.

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De acordo com a atualização divulgada, encontram-se ativos o Plano Distrital de Emergência e Proteção Civil e nove Planos Municipais de Emergência nos concelhos de Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Pampilhosa da Serra, Penela e Soure.

Estão registadas centenas de ocorrências nos 19 municípios da RMC, sobretudo relacionadas com quedas de árvores, movimentos de massa, quedas de estruturas e danos em edifícios públicos. Até ao momento, não há registo de qualquer vítima na área de jurisdição da RMC.

A região enfrenta ainda a existência de inúmeras freguesias sem energia elétrica, o encerramento de estabelecimentos de ensino em dez municípios e vários serviços públicos sem condições de funcionamento, além de constrangimentos em diversas estradas que se encontram sob avaliação.

Perante a gravidade da situação, a RMC reforça o pedido da Associação Nacional de Municípios Portugueses e solicita ao Governo uma célere averiguação dos prejuízos e o posterior apoio para a resolução dos danos causados.

A entidade apela também à paciência da população enquanto decorrem as operações no terreno e garante que continuará a acompanhar os acontecimentos, mantendo-se totalmente disponível para responder à situação que se vive no território.

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