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MAAVIM exige justiça para lesados dos incêndios quase oito anos depois

A MAAVIM — Movimento Associativo de Apoio às Vítimas dos Incêndios de Midões — voltou a alertar, esta quinta-feira, 15 de janeiro, para a falta de respostas e apoios às populações afetadas pelos incêndios de outubro de 2017, a um mês de se assinalarem oito anos sobre a tragédia.

Em nota enviada à Beira Digital TV, o Movimento Associativo sublinha que a data é “simbólica”, uma vez que coincide com a entrada em funções de uma nova direção da CCDR-Centro, contexto que considera determinante para reavaliar processos, acumulados desde 2017.

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De acordo com a MAAVIM, passados 95 meses, todos os problemas iniciais se mantêm, apesar de “se terem gasto milhões desde 2017”, enquanto muitos dos territórios “continuam por limpar e as medidas por sair do papel”.

Na agricultura, a organização destaca que milhares de lesados nunca receberam os apoios a que tinham direito devido a erros burocráticos, tendo alguns, recentemente, de “devolver o que receberam”.

Na área florestal, a MAAVIM afirma que “não foi gasto 1€ de apoio aos lesados dos Incêndios”, apesar da existência de financiamento disponível.

Relativamente à habitação, centenas de pessoas ficaram sem a sua primeira habitação, enquanto que “o dinheiro foi gasto em contratações de habitações que nunca foram construídas e outras que não eram de primeira habitação”, havendo ainda casos de obras atribuídas a empresas sem experiência na construção de habitações, segundo o MAAVIM.

Na indústria, a associação aponta que “foram cortados milhares de euros a quem teve prejuízos e outros receberam apoios de infraestruturas e equipamentos que não existiam.”

Em comunicado, a MAAVIM anunciou que irá solicitar uma audiência à nova direção da CCDR-Centro com o objetivo de “rever todos os casos que não foram justamente aprovados, para que de uma vez por todas se faça justiça”.

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