Mais de um terço dos condutores que perderam a vida em acidentes rodoviários no último ano apresentava substâncias ilícitas ou álcool no sangue, avança o Jornal de Notícias.
Segundo o mesmo jornal, resultados de autópsias realizadas pelo Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses revelam que a maioria das vítimas — cerca de 73% — ultrapassava o limite legal que constitui crime ao volante.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária indica ainda que, em 2024, a proporção de testes positivos ao álcool aumentou quase oito pontos percentuais em relação ao ano anterior, reforçando a preocupação com comportamentos de risco na condução.