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António José Seguro defende “união” e reforço de competências no território durante visita à Lousã

António José Seguro, candidato à Presidência da República, pelo Partido Socialista, visitou, este sábado, o concelho da Lousã, passando pela 34.ª edição da Feira do Mel e da Castanha da Lousã e pela aldeia da Cerdeira, recentemente afetada pelos incêndios do verão. Em entrevista à Beira Digital TV, o candidato sublinhou a importância de olhar para o país “para lá das câmaras que aparecem no verão”, defendendo medidas estruturais para prevenir catástrofes e revitalizar o interior.

De manhã, António Seguro deslocou-se à Cerdeira, onde testemunhou a resiliência de quem decidiu permanecer e reconstruir depois dos incêndios. “É muito triste ouvir depoimentos de pessoas que investiram e ver que o fogo os destruiu”, afirmou, acrescentando que a coragem de quem insiste em não desistir “é muito importante”.

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O candidato frisou que há quem só fale de fogos “quando as câmaras de televisão lá estão”, sublinhando que o seu compromisso é ouvir especialistas ao longo de todo o ano. “As soluções existem todas, só falta a coragem política para as tomar”, declarou.

Questionado sobre o que o distingue na corrida a Belém, António José Seguro afirmou que conhece “realmente o país”, destacando a sua experiência política em Portugal e na Europa. Em tempos de incerteza, considera essencial “ter experiência e capacidade de compromisso”.

“O país o que precisa não é de mais divisões, é de união. E eu venho para unir”, disse, defendendo que é preciso “exigir aos partidos soluções para a saúde, habitação e para fixar jovens no interior”. Acrescentou ainda que o país é melhor do que a sua atual realidade e que quer “conectar todos para fazer de Portugal um país justo e de excelência”.

Sobre o desenvolvimento do interior, defendeu uma estratégia simples mas decisiva: “dar competências e dinheiro às pessoas que vivem no território e que são representantes legítimos”. Para António José Seguro, o centralismo continua a travar soluções eficazes: “O país é demasiado centralista. Esta coisa de ter que ir a Lisboa sempre de mão estendida não faz sentido nenhum.”

Defendeu mais autonomia para autarquias e comunidades intermunicipais, sublinhando que a descentralização só funciona se vier acompanhada de recursos. “Aqui consegue-se fazer melhor”, afirmou.

Na Feira do Mel e da Castanha, ouviu produtores e mostrou compreensão pelas dificuldades enfrentadas, desde a vespa asiática à instabilidade climática. Ele próprio, recordou, é produtor agrícola: “Tenho as minhas vinhas, tenho o meu olival e sei das dificuldades.”

Defendeu mais apoios através de seguros de risco e valorização dos produtos locais. “Para garantirmos a qualidade, temos que ajudar quem produz, quem corre riscos”, disse, sublinhando ainda a importância de garantir mercados nacionais e internacionais.

A propósito da feira, mostrou-se convicto da sua relevância: “Mostra-se o que se faz, dá-se a provar e isso leva mais pessoas a comprar e a consumir.” Mas, para além da economia, destacou a dimensão humana: “É um momento de união e de memória. Pessoas que se encontram, recordam histórias, sabores e paladares. Isso faz parte da nossa identidade.”

António José Seguro concluiu reafirmando a sua mensagem central: “Eu venho para unir. O país é uma maravilha, eu amo este país, e só precisamos de coragem e liderança para fazer de Portugal um país de excelência.”

Recorde-se

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