Marilene Rodrigues, atual vice-presidente da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, será número dois da lista do Partido Socialista nas próximas eleições autárquicas, mantendo-se como independente.
Natural de Miranda do Corvo e profundamente ligada à comunidade local, Marilene afirma que esta candidatura representa “um profundo sentido de compromisso com as pessoas, com as causas que nos unem e no poder de construir juntos um futuro melhor”.
Para a candidata, “não se trata de lugares, trata-se de pertença. De caminhar lado a lado com uma equipa que partilha sonhos, ideais e soluções reais, com vontade de continuar a fazer a diferença, sempre com o coração no sítio certo”.
Licenciada em Direito pela Universidade de Coimbra, Marilene Rodrigues acumula mais de 20 anos de experiência no município, onde iniciou funções como jurista em 2004. No atual mandato, assumiu os pelouros da Cultura, Saúde, Educação, Ação Social, Formação Profissional e Julgado de Paz, áreas onde diz ter procurado “honrar a aposta que havia sido feita” e “potenciar sempre a união, a coesão e o respeito pela identidade do território”.
No balanço do trabalho feito, destaca a integração da Casa das Artes na Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, a criação da Casa Amarela — projeto cultural e educativo articulado com o Agrupamento de Escolas —, o lançamento do Radar Social para apoio a pessoas vulneráveis e o processo de certificação da Olaria, símbolo identitário do concelho.
Sobre o futuro, Marilene não esconde que “muito há a fazer” e que Miranda do Corvo “tem um potencial imenso para crescer a diversos níveis”. “Esta missão é feita da alegria de ver resultados que tocam vidas, e da inquietude constante do que ainda falta fazer. Mas é essa inquietude que me desafia e me faz querer sempre mais”, afirma.
A candidata garante que continuará a trabalhar “onde for mais útil, com verdade no olhar e vontade de contribuir”, defendendo que “a política deve ser feita com respeito, escuta ativa e coragem” e que “deveria sempre ser possível defender diferentes pontos de vista sem ataques”.
“É pelo gosto a esta terra que me fez quem sou. É por ela — e pelas suas pessoas — que trabalho e me entrego, todos os dias, num projeto que une e respeita a identidade do nosso território, com impacto genuíno na vida das pessoas”, conclui.