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GNR alerta para burlas no arrendamento de casas de férias. Coimbra regista quebra total em 2025

A Guarda Nacional Republicana (GNR) volta a alertar para as burlas no arrendamento de casas de férias, uma prática criminosa que, apesar da descida global nos números nos últimos anos, continua a afetar muitos portugueses por todo o território nacional. Com a chegada do verão e o aumento da procura por alojamentos temporários, a GNR apela à adoção de cuidados redobrados.

Faro, Porto e Braga lideram nos casos de burla

Segundo os dados disponibilizados pela GNR, entre 2023 e o primeiro semestre de 2025, os distritos mais afetados por este tipo de crime foram:

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  • Faro, com um total de 95 casos (43 em 2023, 41 em 2024 e 11 em 2025),
  • Porto, com 79 registos,
  • Braga, com 70 ocorrências.

Estes três distritos destacam-se pela elevada procura turística e pelo volume de arrendamentos sazonais, o que os torna alvos preferenciais para burlões.

Coimbra entre os distritos com menos ocorrências e sem registos em 2025

No caso de Coimbra, os números são mais baixos e revelam uma tendência positiva. Registaram-se 4 casos em 2023, 5 em 2024, e nenhum até 30 de junho de 2025. Esta quebra total em 2025 poderá ser reflexo das ações preventivas e de sensibilização promovidas pela GNR e pelas próprias autoridades locais.

Outros distritos com valores residuais ou nulos em 2025 incluem Bragança, Castelo Branco, Évora, Guarda, Vila Real, entre outros. No total, o número de burlas em todo o território sob responsabilidade da GNR passou de 214 em 2023 para 178 em 2024, e 44 até junho de 2025, representando uma redução global de quase 17% entre os dois primeiros anos completos.

Modus operandi e recomendações da GNR

Segundo a GNR, não existe um método único de burla, mas muitos casos envolvem anúncios falsos com preços muito atrativos, muitas vezes acompanhados de imagens reais de imóveis, embora descontextualizadas. As vítimas são geralmente levadas a pagar um sinal adiantado, descobrindo mais tarde que foram enganadas — seja porque o imóvel não existe, seja porque não conseguem mais contactar o anunciante.

A GNR recomenda aos cidadãos:

  • Desconfiar de preços anormalmente baixos;
  • Visitar sempre o imóvel ou pedir provas fiáveis da sua existência;
  • Confirmar a identidade do anunciante e cruzar os dados bancários;
  • Evitar pagamentos apressados sob pressão de supostos outros interessados.

Em caso de dúvida, as autoridades aconselham a denúncia imediata e a consulta de várias fontes antes de qualquer transação.

Balanço criminal

Entre 2023 e 2025 (dados até junho), foram detidas 101 pessoas e identificados 311 suspeitos por crimes relacionados com este tipo de burla. A GNR reforça o seu compromisso na prevenção da criminalidade e na proteção dos cidadãos, com especial atenção à população mais vulnerável.

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