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Convento São Francisco recebe 15ª edição da Mostra de Doçaria Conventual e Contemporânea

A Mostra de Doçaria Conventual e Contemporânea regressa ao Convento São Francisco para comemorar 15 anos, no fim de semana de 28 de fevereiro e 1 de março. A edição deste ano recebe cerca de 50 expositores, nacionais e internacionais, acentuando a sua tendência de crescimento e consolidando-se como a maior mostra de doçaria do país.

Na programação artística, destaque para o concerto “50 anos a Semear Salsa ao Reguinho”, de Vitorino, no dia 1 de março, às 18h00, no Grande Auditório, e para o showcooking da estrelada Chef Marlene Vieira, no dia 28, às 19h00, na Sala Conventual.

A Mostra de Doçaria Conventual e Contemporânea de Coimbra foi apresentada, hoje, dia 19 de fevereiro, em conferência de imprensa, no Café-Concerto do CSF, com a presença da vereadora da Cultura da Câmara Municipal (CM) de Coimbra, Margarida Mendes Silva, do presidente da Associação de Doceiros de Coimbra (ADOC), Ricardo Paiva, e do diretor da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra (EHTC), José Marques, contando ainda com a intervenção especial do embaixador da Mostra, Bruno Aleixo.

A vereadora recordou que a Mostra de Doçaria Conventual e Contemporânea de Coimbra é “a mais importante a nível nacional” e sublinhou a ambição de chegar a um público cada vez mais vasto. Margarida Mendes Silva recordou, ainda, que esta iniciativa foi a primeira do género a marcar o mapa de eventos nacional, reforçando o seu caráter pioneiro e de referência no panorama cultural do país.

A autarca adiantou, também, que o evento foi alargado a outros espaços do CSF, para dar resposta à forte adesão registada nas edições anteriores. Uma medida que possibilita “duplicar a programação”, ter mais lugares nas atividades e assegurar uma circulação mais confortável do público.

Sobre a programação, Margarida Mendes Silva considerou que esta procura invocar “o saber fazer e a memória coletiva”, “abrindo oportunidades para a criação doceira e alimentar contemporânea”. A autarca deixou, ainda, uma referência ao património imaterial, destacando a presença de artesãos de Coimbra e da região no evento, com
“especial atenção para a Tecelagem de Almalaguês e a Cerâmica de Coimbra”.

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